Década de 30

Por Fernando Marques
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Após o período de reorganização e a contrução da sua primeira sede social o clube entra nos anos 30 participando ativamente da revolução contitucionalista de 1932. Os diretores Ernani Domingues, Mário Valadão Furquim, Theotonio Monteiro de Barros Filho e Israel Alves dos Santos vão para o "Front". O clube torna-se ponto de concentração de toda atividade do movimento civil, suas dependêndencias foram cedidas às funcionar, ali, oficinas de costura para confecções de fardas e peças e a sede do Correio Militar para comissões de alistamento e assistência aos voluntários. Senhoras da sociedade trabalham voluntáriamente.

A quarta diretoria (a primeira eleita na sede da Voluntários) teve o comando de Theotonio Monteiro de Barros Filho, advogado e político influente da época. O Clube foi, durante muito tempo, o trampolim para as condidaturas políticas, motivo de grande orgulho e prestígio.

Jacintho Angerami sucede Theotonio Monteiro de Barros Filho em 1930 e o clube quita com Cherubini & Irmãos a última prestação da divida referente a contrução da sede social e passa a alugar o terreno onde hoje é o Mercado Municipal para prática de esportes, principalmente o tênis.

A 15 de Março de 1933 toma posse o Coronel João Braga (segunda vez como presidente) e em 1934 é a vez de Mário Valadão Furquim presidir o clube. Na gestão promove a primeira reforma do Estatudo Social e adquiri o terreno para a construção da sua praça de esportes (hoje sede social na avenida Alberto Andaló). Terminada a epopéia de 32, o clube volta a promover grandes festas, saraus e promoções recreativas.

Em 1935 toma posso Jorge Máximo Teixeira, sendo reeleito até 1938. As obras na praça de esportes não param e em 07 de setembro são inauguradas as quadras de tênis. Iniciam-se estudos para a contrução do prédio complementar da sede, também demolido em 1963 e que servia especialmente a "jogos carteados lícitos".

Em 1939, sob a presidencia de José Mendes Pereira o clube privilegia as promoções sociais em detrimento da evolução patrimonial. Mesmo assim, a diretoria resolve o caso intrincado do prédio suplementar com o construtor Sr. Jesus Vilanova Vidal para a solução de seu crédito de 47 conto de réis.